The Temple

Os “The Temple” formaram-se em 1993, em Lisboa. A sua formação original é composta por João Luís (Voz), João Afonso (Guitarra), Hugo Oliveira (Baixo), José Carlos (Guitarra) e Rui Alexandre (Bateria).

Em 1994 gravam uma maquete com 4 temas nos estúdios Tcha Tcha Tcha, com Zé Motor e Slam’s como produtores. Um ano depois dirigiram-se ao Porto, aos prestigiados estúdios Rec’n’ Roll de Luís Barros (músico dos Tarantula) para gravar uma segunda maquete, também com 4 temas. Esta foi editada em cassete e em CD – o que era incomum na altura – proporcionando-lhes uma grande exposição, situação que foi amplificada pela inclusão de alguns dos seus temas nas compilações “High Radiation Vol I” (Independent Records) e “Hypermetal” (Música Alternativa). Esta maquete chamou a atenção da recém formada Skyfall, uma editora interessada pelo surgimento de uma nova geração de bandas de Heavy Metal nacionais, influenciadas pela crescente abertura cultural a bandas estrangeiras (como os Sepultura, Pantera e Slayer) e a banda acabou por assinar um contrato para a gravação do seu primeiro álbum de originais.

Em Agosto de 1996 os The Temple entram em estúdio e gravam “The Angel, The Demon and The Machine”. Fred Stone (Blasted Mechanism) tocou percussão na música “War Dance”. O disco vendeu cerca de 3000 cópias e lançou a banda numa série de concertos pelo underground nacional, alguns com bandas como Entombed e Machine Head, este último, no Porto, com um episódio singular, em que Rob Flinn, vocalista de Machine Head, lhes prestou uma homenagem marcada, com um brinde de vinho tinto durante um concerto esgotado no Hard Club, depois de terem tocado também juntos em Lisboa no dia anterior.

Em 1999 gravam um EP intitulado “999” difundido de uma forma quase clandestina apenas pelos apreciadores da banda. Em 2000 a banda estabelece relações com a editora “Raging Planet” e o seu mentor Daniel Makosch e daí resulta a gravação de um novo EP intitulado “DEMOnio”, editadoTHE TEMPLE Biografia Os “The Temple” formaram-se em 1993, em Lisboa. A sua formação original é composta por João Luís (Voz), João Afonso (Guitarra), Hugo Oliveira (Baixo), José Carlos (Guitarra) e Rui Alexandre (Bateria).

Em 1994 gravam uma maquete com 4 temas nos estúdios Tcha Tcha Tcha, com Zé Motor e Slam’s como produtores. Um ano depois dirigiram-se ao Porto, aos prestigiados estúdios Rec’n’ Roll de Luís Barros (músico dos Tarantula) para gravar uma segunda maquete, também com 4 temas. Esta foi editada em cassete e em CD – o que era incomum na altura – proporcionando-lhes uma grande exposição, situação que foi amplificada pela inclusão de alguns dos seus temas nas compilações “High Radiation Vol I” (Independent Records) e “Hypermetal” (Música Alternativa). Esta maquete chamou a atenção da recém formada Skyfall, uma editora interessada pelo surgimento de uma nova geração de bandas de Heavy Metal nacionais, influenciadas pela crescente abertura cultural a bandas estrangeiras (como os Sepultura, Pantera e Slayer) e a banda acabou por assinar um contrato para a gravação do seu primeiro álbum de originais.

Em Agosto de 1996 os The Temple entram em estúdio e gravam “The Angel, The Demon and The Machine”. Fred Stone (Blasted Mechanism) tocou percussão na música “War Dance”. O disco vendeu cerca de 3000 cópias e lançou a banda numa série de concertos pelo underground nacional, alguns com bandas como Entombed e Machine Head, este último, no Porto, com um episódio singular, em que Rob Flinn, vocalista de Machine Head, lhes prestou uma homenagem marcada, com um brinde de vinho tinto durante um concerto esgotado no Hard Club, depois de terem tocado também juntos em Lisboa no dia anterior.

Em 1999 gravam um EP intitulado “999” difundido de uma forma quase clandestina apenas pelos apreciadores da banda.

Em 2000 a banda estabelece relações com a editora “Raging Planet” e o seu mentor Daniel Makosch e daí resulta a gravação de um novo EP intitulado “DEMOnio”, editadogravações do novo álbum, e finalmente “Serpentiger” é lançado no final de 2015. Como os seus antecessores, é elogiado pela sua intensidade, originalidade e carácter próprio. Pedro Marques entra então para a função de baixista, substituindo Hugo Oliveira que já tinha saído antes da gravação do álbum, e a banda prossegue a sua senda de concertos pelo underground Português, partilhando palcos tanto com bandas de uma nova geração como com velhos colegas já consagrados como Bizarra Locomotiva, Heavenwood, Ramp e Ibéria.